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Preço da cesta básica cai, mas é o mais alto do Brasil - Hora de Decidir - Por um Brasil mais justo e melhor!
Preço da cesta básica cai, mas é o mais alto do Brasil
Queda no Norte foi de 2,23%, passando de R$ 524,73 para R$ 513,03 em março
  Matéria publicada em 28 de Abril de 2017 as 10:04:15
   Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução
O preço da cesta básica na região Norte recuou 2,23% entre fevereiro e março de 2017 e alcançou o valor de R$ 513,03 - queda de R$ 11,70 em relação ao mês anterior, quando fechou em R$ 524,73. Mesmo com a redução, o valor se mantém como o maior entre todas as regiões brasileiras e bem superior à média nacional, de R$ 465,55 ante o valor de R$ 472,51 em fevereiro último.
A região foi a terceira que mais diminuiu o preço da cesta de produtos básicos na passagem do mês, conforme pesquisa realizada pela consultoria GfK e analisada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). A região Sul foi a que teve a maior oscilação mensal, com redução no preço da cesta básica de 2,74%, fechando o mês com valor de R$ 509,00. Na sequência, com queda de 2,50%, surge o Centro-Oeste e cesta no valor de R$ 433,18.
Por outro lado, registraram aumento as regiões Nordeste (0,52%) e Sudeste (0,03%), que em março tiveram as cestas básicas nos valores de R$ 419,08 e R$ 444,71, respectivamente. No País, o valor da cesta básica registrou queda de -1,47%, passando  de R$ 472,51 para R$ 465,55. Já no acumulado do ano, de janeiro a março, a cesta apresentou queda de -3,63%.
As maiores altas de preço no mês de março foram registradas em produtos como: tomate (9,55%), batata (5,70%), pernil (5,03%) e ovo (4,14%). Já as maiores quedas foram nos itens: feijão (-12,32%), carne traseiro (-4,10%), farinha de mandioca (-3,97%) e açúcar (-3,86%). No geral, a cesta Abras mercado é composta por 35 produtos mais consumidos nos supermercados: alimentos, incluindo cerveja e refrigerante, higiene, beleza e limpeza doméstica.
As vendas em todo o País do setor supermercadista em valores reais acumulam queda de -1,40% de janeiro a março, na comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com o Índice Nacional de Vendas Abras, apurado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da entidade, divulgado ontem.
Em março, as vendas - deflacionadas pelo IPCA/IBGE - apresentaram alta de 4,49% na comparação com fevereiro e queda de -3,87% em relação ao mesmo mês do ano de 2016. Em valores nominais, as vendas do setor apresentaram alta de 4,75% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a março de 2016, alta de 0,56%. No acumulado do ano, as vendas cresceram 3,45%.
De acordo com o presidente da Abras, João Sanzovo Neto, o resultado refletiu o fator sazonal relacionado à Pascoa, que no ano passado foi comemorada em março. “Neste ano, as vendas da data se concentraram em abril, o que impulsionou o resultado negativo. Embora o País ainda esteja passando por um momento econômico difícil, com elevação da taxa de desemprego, o que reflete nas vendas, acreditamos em uma recuperação nos próximos meses, e mantemos nossa previsão de 1,30% de crescimento para o ano”.
 

 
Informações Portal ORM
Fonte: Portal ORM
           
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