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Confronto em Pau d'Arco é contestado pela perícia - Hora de Decidir - Por um Brasil mais justo e melhor!
Confronto em Pau d'Arco é contestado pela perícia
Vários outros detalhes importante para elucidar as mortes também foram apresentados.
  Matéria publicada em 14 de Junho de 2017 as 11:06:54
   Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução
Não foram encontradas marcas de tiro nos coletes dos policiais que atuaram na ação que resultou na morte de 10 trabalhadores rurais na fazenda Santa Lúcia, no município de Pau D’Arco, sudeste paraense, em 24 de maio deste ano.
Este é um dos resultados da perícia realizada pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) e apresentados em coletiva de imprensa nesta nesta quarta-feira (14).
Vários outros detalhes importante para elucidar as mortes também foram apresentados.
Um dos trabalhadores rurais foi morto com um tiro na cabeça à curta distância e, provavelmente, o local das mortes não foi o mesmo apontado pelos policiais militares envolvidos na chacina.
A TESE DE CONFRONTO
A coletiva foi realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e, a partir de agora, o Governo do Estado sustenta a tese de que não é possível afirmar se houve ou não confronto.
"O Governo não afirma que houve confronto, assim como não afirma que não houve", disse Jeannot Jansen da Silva, titular de Secretaria Segurança Pública do Estado (Segup). "O que nós procuramos é dar as melhores condições possíveis para o que a sociedade precisa, que é celeridade na investigação e imparcialidade com transparência."
No entanto, na época da chacina, a Segup afirmou que os policiais foram recebidos a tiros e que os 10 suspeitos foram mortos durante esta troca de tiros.
Esta versão foi, inclusive, contestada por diversas entidades, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e deputados estaduais.
UM TIRO NA CABEÇA
Uma importante informação fornecida pela perícia feita pelo CPCRC é que, dentre os 10 mortos a tiros na chacina, um deles foi morto com um tiro na cabeça disparado a uma curta distância.
Os outros 9 tiros foram disparados frontalmente e à longa distância, atingindo a região do tórax das vítimas.
De acordo com Orlando Salgado Gouvêa, diretor do CPCRC, a investigação reúne 823 exames de microcomparação e, para isso, foi montada uma equipe com seis peritos que estão "trabalhando de segunda a sábado".
O LOCAL DAS MORTES É DIFERENTE
Outro ponto levantado pelos peritos é que, provavelmente, as mortes não ocorreram no local apontado pelos policiais.
"O cenário que se apresenta não deixou certeza aos peritos", afirmou o diretor do CPC.
De acordo com ele, os indícios são de que, na verdade, as mortes ocorreram em três diferentes pontos da fazenda.
"Alguns detalhes que estão consignados no laudo, o delegado presidente do inquérito vai ler e formar o seu valor de juízo", concluiu.
SEM LAUDO DA BALÍSTICA
Dentre os laudos que são necessários para apontar o que ocorreu de fato no cenário da chacina, o mais aguardado ainda é o laudo da balística, que é "primordial para saber quem efetuou os disparos", afirmou o delegado geral da Polícia Civil do Pará, Rilmar Firmino de Sousa.
Segundo o delegado, o laudo da balística deve sair até o final do mês de julho e, então, a polícia poderá "confrontar os laudos" e concluir "as verdades reais dos fatos".
(DOL com informações de Pryscila Soares/Diário do Pará)
 


Fonte: Portal Dol
           
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