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Ex-procuradora é presa acusada de lavagem de dinheiro, corrupção e envolvimento em milícia - Hora de Decidir - Por um Brasil mais justo e melhor!
Ex-procuradora é presa acusada de lavagem de dinheiro, corrupção e envolvimento em milícia
Ex-procuradora de Tucuruí seria uma das mentoras da quadrilha. Major da PM, o marido da advogada também foi preso.
  Matéria publicada em 12 de Dezembro de 2017 as 03:12:38
   Leonardo do Carmo Oliveira e a advogada Gláucia Rodrigues Brasil Oliveira (Imagem: Reprodução)
Leonardo do Carmo Oliveira e a advogada Gláucia Rodrigues Brasil Oliveira (Imagem: Reprodução)
A Polícia Civil cumpriu, nesta segunda-feira (11), em Belém, o mandado de prisão preventiva contra a advogada Glaucia Rodrigues Brasil Oliveira, ex-procuradora do município de Tucuruí, sudeste do Pará. Ela é acusada pela Justiça de Tucuruí de ser uma das mentoras de um esquema criminoso que envolvia as práticas dos crimes de lavagem de dinheiro, receptação, corrupção passiva e prática de milícia privada.
A advogada está sendo ouvida na Delegacia Geral, em Belém, acompanhada por uma Comissão de Prerrogativas da Ordem de Advogados do Brasil (OAB). A Polícia Civil informou que, após o depoimento, ela deve ser inicialmente levada para Centro de Pericias Científicas (CPC) Renato Chaves para ser submetida a exame de corpo de delito. Em seguida, conduzida para Centro de Recuperação Anastácio das Neves, em Santa Isabel do Pará, região metropolitana de Belém, onde deve permanecer à disposição da Justiça.
De acordo com a Polícia, ela é acusada de agir juntamente com o marido, conhecido como Major Leonardo do Carmo Oliveira, em milícias privadas. Ele prestava serviços de segurança particular para o prefeito afastado Arthur Brito. O oficial foi preso durante operação do Ministério Público da Polícia Militar na última sexta-feira (8) acusados dos mesmos crimes que a esposa.
Ambos atuavam, segundo a Polícia, sem qualquer tipo de ordem judicial e utilizavam documentos falsificados para cumprir ações de reintegração de posse em fazendas ocupadas por trabalhadores rurais. Na abordagem, o casal apresentava documentos supostamente expedidos pela Justiça, boletins de ocorrência e documentos de títulos de terra para justificar o despejo dos ocupantes.
Em troca, segundo a Polícia, eram remunerados pelos donos das propriedades. A Polícia investiga três situações de reintegração irregular na zora rural de Pacajá, no sudeste do estado, que seriam chefiadas pelo casal.
A outra acusação aponta que a advogada estaria chefiando um esquema de clonagem de placas e chassis de veículos roubados ou clonados na região. Segundo a Polícia, há cinco meses atrás três veículos que teriam sido repassados pelo esquema foram apreendidos em uma residência em Tucuruí.
Os carros tiveram os dados clonados para terceiros e os documentos eram falsificados para que parecessem legalizados. Ambas as acusações ainda devem passar por audiência de custódia, que deve ser determinada pela Justiça Estadual.


 
G1 PA

Fonte: G1 PA
           
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