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Novos promotores de Justiça são empossados em Belém - Hora de Decidir - Por um Brasil mais justo e melhor!
Novos promotores de Justiça são empossados em Belém
Ministério Público do Estado do Pará passa a contar com 355 membros
  Matéria publicada em 27 de Janeiro de 2018 as 11:01:56
   Imagem: Divulgação
Imagem: Divulgação
O Colégio de Procuradores de Justiça do Estado do Pará empossou nesta sexta-feira (26) sete bacharéis em Direito no cargo de promotores de Justiça substitutos de primeira entrância. Eles são oriundos do XII Concurso Público para ingresso na carreira. A solenidade ocorreu no auditório Nathanael Farias Leitão, no edifício-sede da instituição, com a presença de membros e servidores do Ministério Público, autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e familiares dos empossados. Com a posse dos novos promotores de justiça, o Ministério Público do Estado do Pará passa a contar com 355 membros, entre procuradores e promotores de Justiça. Foram empossados Odélio Divino Garcia Júnior, Rodrigo Silva Vasconcelos, Juliana Freitas dos Reis, Paloma Sakalem, Juliana Cabral Coutinho Andrade, Aline Cunha da Silva, Cynthia Graziela da Silva Cordeiro. As lotações específicas dos novos promotores serão definidas pela Administração Superior da instituição após análise dos perfis e das demandas de cada região.
Em seu pronunciamento, o procurador-geral de Justiça, Gilberto Valente Martins, destacou que o Brasil passa hoje por um momento difícil, pois há, hoje, dentro do Congresso Nacional, iniciativas de lei para desestruturar as bases de um sistema democrático, para desestabilizar e tirar a independência do Poder Judiciário e do Ministério Público. “Não tem como não nos preocuparmos. Após a Constituição Federal de 1988 se levantam vozes para tirar a independência dos promotores de Justiça. Há propostas de lei para criminalizar a atuação de juízes por questão de convencimento. Imaginem a possibilidade de uma sentença sofrer revisão e depois se criminalizar que a proferiu”, ressaltou Gilberto Martins. E prosseguiu o procurador-geral: “nenhum país democrático, que tem sistema de divisão de poderes, possui instrumentos dessa natureza. O Ministério Público e a Justiça tem que atuar livremente, sem interferência do poder político”. E finalizou Martins: “buscar promover a Justiça é uma das ações mais gratificantes que um ser humano pode realizar. A posse é um momento de alegrias, mas também de fazermos essas reflexões. Parabéns a todos".
O corregedor-geral do Ministério Público, Jorge de Mendonça Rocha, disse em seu discurso que todos os empossados são vitoriosos, pois se sacrificaram e renunciaram a muitos momentos na vida. Ressaltou também os desafios que virão pela frente durante a carreira. “Vocês sabem muito bem que escolheram uma profissão vocacionada. A profissão exige muito, a começar pelo distanciamento, pois terão que ir às cidades mais longínquas desse estado. A sociedade cobra muito a nossa atuação. Terão que se debruçar sobre livros, pois há temas muito complexos. Também serão muito observados em sua conduta pela comunidade”, frisou o corregedor Jorge Rocha. E complementou Rocha:“o Ministério Público vive hoje um momento de resultado, o Conselho Nacional do Ministério Público e a sociedade querem resultados. Por isso temos que trabalhar visando essa satisfação”.
O presidente da Associação do Ministério Público (Ampep), Manoel Victor Sereni Murrieta, destacou em sua fala que o desafio de ser promotor de Justiça não é simples, pois sempre há o questionamento de como operacionalizar e implementar os compromissos funcionais. “Não serão poucos momentos individuais e institucionais de dúvidas, na verdade eles são diuturnos, pois sem medo de errar afirmo que todo membro do Ministério Público não deita sua cabeça em seu travesseiro sem pensar em nossa instituição”, declarou. Em nome dos empossados discursou Aline Cunha da Silva. Ela pontuou a emoção de estarem ingressando na carreira ministerial e dos desafios que terão pela frente, como defensores dos direitos da sociedade.
“Quero fazer um agradecimento especial a todos os familiares e amigos dos empossandos aqui presentes, que nos apoiaram na caminhada rumo ao sonho do Ministério Público, que suportaram nossas ausências em momentos muito importantes”, disse Aline Silva. Sobre a jornada que os espera, falou: “temos em comum também a consciência de que tornar-se Promotor de Justiça não significa apenas alcançar uma realização profissional, representa a concretização de uma vocação, de um ideal de vida e a oportunidade de lutar por um Pará melhor. Sem dúvidas, quem possui o dever institucional de defender a ordem jurídica, o regime democrático e os interesses sociais e individuais indisponíveis, vai enfrentar gigantes, vai engrossar as fileiras no combate à corrupção e a criminalidade, vai primar pela defesa dos bens jurídicos coletivos mais caros”.

Entre os sete empossados na manhã desta sexta-feira, três paraenses, sendo dois do interior do Pará (Marabá e Conceição do Araguaia) e um de Belém. Os outros quatro novos promotores de Justiça vieram de outros Estados do país: São Paulo (SP), Assis (SP), Belo Horizonte (MG) e João Pessoa (PB).  
Texto e fotos: Assessoria de Comunicação

 
Fonte: MPPA
           
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